Dia internacional sem palhinha: 3 de Fevereiro

03 fevereiro 2018


Junta-te a nós para o primeiro dia internacional sem palhinha: 3 de Fevereiro 
Até lá queremos que se juntem a nós e partilhem que é possível viver sem palhinhas e que para quem realmente quer ou precisa de continuar a usar, há alternativas!
A partir de hoje e até dia 3 de Fevereiro damos então início a esta campanha contra as palhinhas: #palhinhazero e #strawfreeday

O nosso objectivo é fazer chegar esta informação ao maior número possível de pessoas, alertando para os perigos da utilização de plástico que está a contaminar os oceanos e a acabar com a vida de inúmeros animais marinhos. 
As palhinhas não são recicláveis (são feitas de LDPE e não temos tecnologia que as recicle em Portugal) e como são leves acabam por chegar ao mar.
Enquanto comunidade Lixo Zero Portugal quisemos juntar-nos a duas organizações francesas que começaram com esta iniciativa, a Bas Les Pailles e a Bye Paille

Queremos convidar toda a gente a:
- recusar as palhinhas em restaurantes, cafés e bares
- utilizar alternativas sustentáveis (como palhinhas de bambu, vidro, aço inoxidável, papel, trigo)
- alertar amigos e conhecidos para o problema da poluição dos oceanos
- sugerir aos restaurantes e cafés outras alternativas ou simplesmente deixar de oferecer palhinhas aos clientes
Queremos que partilhem as vossas iniciativas através da hashtag no facebook e instagram #palhinhazero e #strawfreeday

Existe ainda um flyer da Mind the Trash que pode ser impresso pelos donos de estabelecimentos e que queiram aderir a este dia!

Juntos somos mais fortes!

Olá 2018!

11 janeiro 2018

O novo ano já começou há 11 dias, mas ainda vou a tempo de escrever este post, afinal a vida por aqui é vivida ao meu ritmo, a um ritmo cada vez mais slow. E é tão bom que assim seja. Afinal somos nós que decidimos o ritmo da nossa vida, certo? Achamos que não, que é a sociedade, essa entidade máxima que parece tão distante, mas que na realidade é constituída por mim, por ti, por todos nós.
Sei que não é fácil, colocar um travão, bater o pé no chão, ser diferente, mas é possível. No fundo somos nós, cada um de nós, que controla o ritmo da sua vida e que decide como a quer viver. Não é fácil remar contra a maré, mas é tão mais compensador.

O ano de 2017 foi um ano de mudança. Quero que 2018 seja um ano de crescimento acima de tudo. E como somos nós que fazemos o nosso ano, no próximo post partilharei aquilo que ando a fazer e as novas rotinas que tenho implementado no meu dia-a-dia.

Best of Ana, Go Slowly

Best of Lixo Zero Portugal


E desse lado, muitos planos para este ano?