A entrada da casa: simples e eficiente

30 abril 2013


Os flashbacks são, como o próprio nome indica, um regresso ao passado.
Foi por volta de Novembro de 2011 que comecei a ler sobre minimalismo e que transformei literalmente a minha vida!
Na altura não tinha blog mas escrevia numa espécie de diário.
Quando criei o blog, um ano depois, recuperei alguns desses textos para te inspirar a fazer o mesmo. Espero que gostes!

No hall/corredor tenho um armário embutido, um móvel/consola com gavetas, um bengaleiro, um espelho (por cima do móvel) e um tapete.


O móvel da entrada tem uma pequena base para pousarmos as chaves que usamos sempre, um candeeiro e 2 objectos decorativos que gosto muito.




O móvel tem 3 gavetas: uma grande com os óculos e relógios do marido (pois assim estão sempre à mão) e duas pequeninas, uma onde estão todos os carregadores, phones... e outra para colocar chaves, porta-moedas e cartões menos usados. Em vez de andarmos com os cartões todos na carteira (isto já depois de termos feito uma arrumação e de termos deitado vários ao lixo), aqueles que raramente são usados ficam nesta gaveta (numa caixa preta de velas e incenso que aproveitei), assim quando se tiver que ir a determinado sítio é só pegar neles.



Ter um espelho nesta zona da casa dá sempre jeito e além disso como está de frente para as janelas da sala e da cozinha, reflecte imensa luz, o que é óptimo!

O armário embutido (com duas portas e duas prateleiras - uma em cima e outra em baixo) tem todo o calçado do companheiro e alguns casacos.

Tem também uma parte livre para pendurar os casacos que usamos nos últimos dias ou das visitas. O bengaleiro é pequeno e não dá para pendurar tudo (sobretudo se forem casacos mais pesados), assim o armário tem sempre cruzetas/cabides livres para pendurar o que for necessário.



O calçado está todo arrumado nestas caixas e à frente das caixas há espaço suficiente para colocar calçado que não queremos logo arrumar ou até o meu (que depois arrumo no quarto, tal como disse aqui).


Em frente a este armário tenho um tapete (eu digo que é o guarda da casa pois agarra todas as porcarias; como diz a Rita e bem no seu livro “ Guia rápido para simplificar a vida” os tapetes são um íman para a porcaria e isso neste caso dá muito jeito) onde colocamos os sapatos que tiramos mal chegamos a casa. Esta é mesmo uma forma fácil de manter a casa mais limpa (claro que quando vem gente cá a casa isso é uma excepção e ninguém tem que tirar os sapatos!).

Uso ainda este armário para pousar a minha mala e quando preciso de levar alguma coisa para arranjar por exemplo, é aqui que coloco. Assim ao sair é só pegar.

A prateleira de cima (que é pequena) serve para colocar calçado que raramente usamos como por exemplo botas da neve.


Mas este armário já foi muito diferente do que é hoje....
Já teve muitas coisas minhas: calçado e casacos, na altura em que não conseguia guardar tudo apenas no armário do quarto. Felizmente consegui livrar-me de vários pares de sapatos, caixas de sapatos e casacos. Além disso os restantes casacos foram arrumados no armário do quarto.
O armário ficou muito mais clean e espaçoso! Antes, acreditem que não cabia mais nada neste armário! (tenho pena de não ter algumas fotos...).

Só falta falar da correspondência! Esta é separada mal chego a casa (se bem que agora é cada vez menos pois recebo quase tudo em formato electrónico): aquilo que é para guardar vai para a sala para a mesa ao lado do sofá, o que é lixo vai imediatamente para o lixo e se for algo que exija acção imediata fica em cima do móvel da entrada para não esquecer.

E a entrada das vossas casas como é? Têm alguma dica infalível?

A "minha" máquina de escrever

29 abril 2013


Não gosto de ter muitos objectos em casa mas gosto de objectos com história.

Sempre gostei de máquinas de escrever e quando era miúda escrever numa coisa destas era das coisas que mais gostava de fazer, mesmo antes de saber escrever. Gostava de ouvir o som da máquina! E mesmo já depois de saber escrever, gostava mais do som da máquina do que propriamente daquilo que escrevia.

Já tinha pensado várias vezes em trazer a antiga máquina do meu pai cá para casa, mas depois começava a pensar que iria ganhar pó, que se poderia estragar ou que ia dar trabalho a limpar... no fundo seria mais uma coisa... e se eu andava a livrar-me de coisas, não fazia sentido arranjar mais coisas, certo?... Mas aqui é que está o grande truque: decidir aquilo que vale a pena mandar embora e saber aquilo que devemos receber de braços abertos :)

Então quando vi este post da Ana Luísa essa minha vontade confirmou-se! Fiquei absolutamente deliciada com as imagens da casa dela! Está cheia de pormenores que fazem toda a diferença e tem um ar tão cozy e simples! Simplesmente adoro! E foi nestas imagens, precisamente, que voltei a ver uma máquina de escrever... Pronto, fiquei rendida! Pensei “é desta que vou mesmo fazer o que sempre quis, ter a máquina do meu pai cá em casa”.

Quando fui a casa dos meus pais descobri-a na garagem cheia de pó dentro da respectiva caixa. Quando abri a caixa sei que os meus olhos brilharam! Que saudades tinha eu daquela máquina!


Já em minha casa, limpei bem o pó e encontrei o sítio ideal para a sua nova casa: na estante (confesso que não consegui esperar muito, tive logo que tratar de a colocar no sítio certo!). A minha estante (que está no escritório) é mesmo o sítio cá de casa com mais recordações e objectos diferentes. Para mim, uma estante não serve apenas para guardar livros, uma estante é um local de histórias, de vivências e por isso é o sítio ideal para expor aquilo que mais gostamos. E foi assim que a minha casa ganhou um bocadinho mais de história e alegria :)




Go slowly: o hábito de escrever diariamente

26 abril 2013


As “go slowly” são pequenas dicas que podemos implementar no nosso dia-a-dia que nos permitem viver de forma mais lenta, relaxada e feliz. Fazem-nos ver a vida de outra forma e ensinam-nos a valorizar as pequenas coisas. Vamos a mais uma dica?

Como adquirir o hábito de escrever ou como ter um diário/journal?

Sempre tive diários e sempre gostei de escrever, apesar de nunca ter tido um dom especial para tal. Escrevia de forma “normal”, nunca tive uma forma muito peculiar de escrever, daquelas em que começamos a ler e sabemos logo quem é. Sempre tive um certo cuidado e nunca dei grandes erros ortográficos, mas de resto não me preocupava muito mais do que isso.

Escrevia o que tinha feito naquele dia, o que tinha corrido bem e menos bem.

Depois no secundário, começamos (eu e as minhas amigas) a escrever cartas umas para as outras. Geralmente escrevíamos em casa e depois entregávamos as cartas na escola. Era uma forma de desabafarmos mais à vontade. Claro que depois falávamos sobre os assuntos, mas escrever era uma forma de comunicação que gostávamos muito. Com as amigas mais próximas continuei a fazê-lo mesmo na universidade.

Depois passei por um período um pouco complicado e deixei de escrever, deixei de ter vontade de o fazer. E continuei assim durante muitos e muitos anos, mesmo depois de ter passado esse período. Nunca percebi o porquê da vontade ter passado... Só que apesar de não ter essa vontade, era algo que estava aqui escondido na minha mente e que de vez em quando dizia um “olá”. Era algo que a minha mente me dizia para fazer e que lá por não escrever muito bem ou por não ter um especial dom para tal, o poderia fazer na mesma (afinal não vamos fazer só aquilo em que somos masters, certo? Aliás até sermos masters, temos que começar por algum lado...). Depois ia adiando, porque arranjava sempre outras coisas para fazer... E fazer muitas coisas era comigo! Não parava!

Até que quando descobri o minimalismo tudo mudou! Não sei se foi por influência de outros bloggers, não sei se foi porque apenas queria registar as experiências relacionadas com o destralhar/minimizar, não sei se foi porque ganhei mais tempo, não sei se foi porque me passei a conhecer melhor e a redescobrir-me ou, se foi, tudo isso junto! O que sei, é que comecei e que agora é algo que faz parte de mim e que praticamente não vivo sem! Nem que seja só um bocadinho, todos os dias. A verdade, é que acho que fui melhorando e até me comecei a sentir mais segura, mais à vontade para escrever e daí ter surgido o blog. Para além de escrever no blog, tenho uma espécie de diário no evernote, onde escrevo um bocadinho sobre tudo o que vai acontecendo e também sobre temas específicos sempre que tenho vontade.

Vários bloggers já referiram as vantagens de se ter um diário. Podem ver alguns exemplos: aqui, aqui, aqui e aqui.

Não fazem ideia das vezes que já reli aquilo que escrevi e sabe tão bem! Sabe bem porque vejo o quanto mudei, sabe bem quando recordo coisas positivas, mas também sabe bem quando recordo as más e vejo a forma como as ultrapassei (afinal são estas coisas que nos tornam mais fortes!).

Quando comecei a escrever, até tive vontade de falar no passado, de limpar a mente de coisas que andavam por aqui a pairar e que só me faziam mal. Assim, reflecti, escrevi e guardei numa gaveta fechada à chave. Acreditem que passei a pensar muito menos nesses assuntos que foram guardados à chave. Antes não havia ordem na minha cabeça... O que é curioso, pois sempre fui uma pessoa extremamente organizada (no exterior é tão mais fácil, não é?).

Gostava de ter o hábito de acordar ainda mais cedo de manhã e escrever. Já o cheguei a fazer, mas agora não consigo, pois tenho que sair de casa por volta das 7 e pouco.

Então escrevo durante o dia: nas pausas do trabalho, sobretudo na de almoço quando tenho mais tempo e à noite. Se aparecer alguma ideia brilhante, assim de repente, registo no telemóvel para não me esquecer.

Por isso, se não tens esse hábito, experimenta. Nem que escrevas só 5 minutos. Ao princípio, até pode não sair nada de jeito, mas não te preocupes muito com a forma. Escreve aquilo que aconteceu hoje ou ontem ou aquilo que estás a sentir ou a observar no momento.

Podes usar o papel ou se fores como eu e não gostares de papel, podes usar o google drive, um documento do word ou o evernote, como eu uso.

Escrever no trabalho (para quem trabalha com computador) é o mais fácil, afinal o computador está mesmo ali à mão. Por isso, se costumas aproveitar as pausas para navegar um bocadinho na internet, experimenta usar esse tempo para escrever da próxima vez. Vais ver que será uma pausa muito mais calma e relaxada.

Eu criei um notebook para o efeito (no Evernote), ao qual dei o nome de Journal, e cada dia é uma nova nota. Geralmente coloco a data no título e às vezes acrescento mais alguma coisa, se tiver escrito sobre apenas um assunto. Quando escrevia sobre arrumações/destralhar era quase sempre igual “2012-03-01 Arrumação no quarto”, por exemplo, mas há alturas em que só os títulos são de rir, pois retratam alguma coisa cómica. Basicamente não há grandes regras. Afinal é um exercício criativo e pretendo que o continue a ser.

Os textos para o blog vou criando no google drive e aí já organizo um bocadinho melhor as coisas, pois sei que depois isso irá facilitar o processo.

Mas a escrita da nossa vida deve ser livre, não deve obedecer a regras, a pontuação e a erros ortográficos. Não te preocupes com nada disso, escreve para expressares o que sentes e para partilhares contigo própria(o). Acredita que daqui a algum tempo quando voltares a ler isso será gratificante. Além disso, a escrita permite-nos, muitas vezes, reflectir melhor sobre determinadas situações, ter uma perspectiva mais afastada das coisas e também permite limpar a mente das coisas que nos fazem mal.

E quantas vezes não usei a escrita como forma de pedir desculpa, de acalmar uma discussão? A escrita permite que sejamos “ouvidos” até ao fim, sem interrupções. Na escrita não estamos aos berros, não nos enervamos (não tanto, pelo menos).

A escrita além de nos permitir reflectir sobre o dia-a-dia, também nos permite dar valor àquilo que temos. Ficamos com mais consciência daquilo que acontece. Pensamos mais nos assuntos. Mas não é só pensar, é pensar profundamente, porque pensar por pensar já o fazemos quando ficamos a cismar... Escrever também nos leva a mudar os nossos hábitos, inspira-nos a ir mais além e às vezes, é só preciso ler e reler umas quantas vezes para ganharmos o ânimo e a motivação que está a faltar.


Acho que a escrita só nos faz bem :) Vamos lá experimentar?



Update: e não é que o post que o Leo Babauta publicou hoje é mesmo sobre isso? 

Um boost de proteínas e não só

24 abril 2013





Pode ser servida como entrada, acompanhamento ou simplesmente como snack. É super saborosa :) 

Basta saltear grão-de-bico já cozido num bocadinho de azeite e adicionar as sementes que mais gostarem. Adicionei de abóbora, de linhaça (convém que estas sejam moídas antes) e de sésamo.

No final adicionei pimenta, alho em pó e ervas secas (orégãos e tomilho). Se o grão-de-bico não for enlatado convém adicionar um pouco de sal.

O boost final é mesmo a levedura de cerveja, super nutritiva. Sabiam que a levedura é uma das maiores fontes naturais de vitaminas do complexo B e de proteínas? Ainda por cima não possui colesterol nem gordura. Só não deve ser cozinhada, para não perder as suas super qualidades nutritivas, por isso costumo adicionar à comida só mesmo no final. 

Podem fazer com outras leguminosas, como lentilhas, ervilhas ou feijão e podem adicionar frutos secos, por exemplo. 

Se não costumam adicionar sementes aos vossos pratos, comecem a fazê-lo, as sementes estão cheias de nutrientes e fazem maravilhas à nossa saúde. Ainda por cima são saborosas e não temos que as cortar ou preparar, é só adicionar e já está.

Legumes salteados com um toque especial

22 abril 2013


Depois de ter descoberto a Lorraine Pascale e de ter visto esta receita tive logo que a experimentar. Esta receita foi cozinhada pela Lorraine no Natal (daí o toque a canela) mas é óptima em qualquer altura. Adorei!


Ingredientes:

- Cenoura
- Alho-francês (penso que não estava na receita original)
- Frutos secos (eu também acrescentei sementes - de sésamo, chia e linhaça)
- Pimenta
- Sal
- Canela em pó (só mesmo um bocadinho)
- Azeite

Enquanto o azeite aquece, cortar a cenoura em 4 no sentido longitudinal e cortar em pedaços maiores (como podem ver na foto). Adicionar a cenoura ao azeite e tapar (sempre em lume médio/baixo). Deixar cozinhar cerca de 10 min. Depois adicionar o alho-francês (rodelas finas) e o sal e cozinhar mais 10 min. 
Perto do final adicionar os frutos secos e os restantes condimentos. Mexer e deixar cozinhar mais 1/2 minutos e está pronto!
Podem fazer com os legumes que quiserem. O toque a canela fica delicioso (tem que ser só mesmo um bocadinho, caso contrário deve ficar enjoativo).

Nota: cozinhar em lume médio/baixo e ir mexendo para não queimar.

Com cenoura, fiel à receita original

A inventar, com ervilhas e rebentos de soja

Lista de compras

19 abril 2013


A minha lista de compras agora é muito simples, mas já chegou a ser muito complicada! Também já usei uma aplicação no smartphone, mas confesso que no supermercado não achava nada prático (não dava jeito andar sempre com ele na mão e quando não tinha bolsos ia colocá-lo na carteira?! depois podia pousar o telemóvel em qualquer lado e adeus!).

Além disso o companheiro é que costuma ir às compras e também prefere o papel (e assim vou usando alguns papéis de rascunho que ainda tenho).


Voltando à fase complicada, cheguei a ter um excel com os produtos que comprava, as respectivas quantidades e os preços e ainda sinalizava o aumento e a diminuição dos preços (para quê se tinha que comprar na mesma?!). Claro que podia sempre comparar o preço entre os vários sítios, mas mesmo esta comparação de preços não é assim tão linear... Se faço todas as minhas compras num determinado sítio não vou estar a ir a outro sítio de propósito só porque ali é mais barato. Não compensa, tempo também é dinheiro (tempo que gastava no ficheiro excel e na ida às compras), já para não falar nos gastos da deslocação.

Em relação a esta questão do tempo, o mesmo se aplica ao facto de comprarmos legumes congelados, por exemplo. Claro que são mais caros, mas o tempo que demoramos a arranjá-los também custa dinheiro. Compreendo que muitas pessoas não tenham essa possibilidade, mas se não for esse o caso, porque não comprar legumes congelados? Ganhamos tempo para fazer outras coisas! E os legumes congelados (que não estão pré-cozinhados) são igualmente saudáveis, pois são apanhados na altura certa e tratados e empacotados em condições de segurança e higiene alimentar, não perdendo qualquer valor nutricional. A única desvantagem que encontro está mesmo nas embalagens, que muitas vezes poderiam ser maiores (pois assim compravamos menos plástico) e feitas com outro material que não o plástico.

Continuando na lista, agora faço assim: tenho uma lista no google drive com todos os produtos que compro sempre (divididos por área do supermercado e frequência). As áreas e os produtos já estão de acordo com a ordem dos corredores seguida no supermercado, pois assim não tenho esse trabalho quando passo para o papel. Tenho ainda uma área com os produtos que apenas prefiro comprar em lojas de produtos naturais.

Quanto às coisas novas que vou experimentando, se gostar mesmo delas, passam para a lista.

E como vou apontando aquilo que vai acabando?
Sublinho esse produto na lista ou coloco a negrito e acrescento a respectiva quantidade, se for necessário (como podem ver na imagem abaixo). Posso aceder à lista muito facilmente (computador, smartphone ou iPad), por isso é tão prático como o papel e caneta. Itens que raramente compro (por exemplo outro dia tive que comprar uma esfregona), só fazem sentido estar na lista em papel.

Na altura de ir às compras, passo tudo para o papel. Se quero acrescentar coisas novas coloco alguma explicação, marca ou preço para ajudar o namorido na tarefa.
Como só fazemos compras mensais, acabamos por comprar mais ou menos as mesmas coisas todos os meses (claro que não é a lista toda! O açúcar por exemplo dá para muito muito tempo). Por isso, caso não possa fazer a lista por algum motivo, é só pegar na lista geral e ver as coisas que costumo comprar mensalmente e já está. Esta solução é ainda mais rápida!

Quanto aos frescos, nem costumo fazer lista, a não ser que queira fazer alguma receita específica/diferente do habitual e aí anoto para não me esquecer. Aí sim abro uma excepção e uso o smartphone e coloco os itens na app Gtasks.

O meu documento é assim:




E aqui vai a lista completa. Compro tudo nos supermercados/hipermercados tradicionais, apenas a última parte tem os produtos que compro em lojas de produtos naturais. Tento comprar sempre as alternativas mais saudáveis/biológicas/integrais... e sem qualquer ingrediente animal. Penso que apesar de alguns produtos serem geralmente mais caros, a nossa saúde sai recompensada.


VEGETARIANA

  • Chás em folhas (cidreira, verde...) - deixei de comprar chás em pacotes
  • Sementes (girassol, chia, linhaça, sésamo, abóbora)
  • Soja grossa e fina
  • Maionese s/ovo
  • Pasta amendoim
  • Pasta de sementes de sésamo
  • Farinhas especiais
  • Levedura de cerveja (costumo comprar em flocos, o sabor não é tão intenso)
  • Cereais
  • Barras de cereais 
  • Bolachas
  • Massa integral
  • Polpa de tomate
  • Caldo de legumes
  • Aveia
  • Iogurtes de soja
  • Sal grosso
  • Natas de aveia
  • Cuscuz
  • Sêmola de milho
  • Molho de soja

WC / LIMPEZAS

  • Óleo de amêndoas doces
  • Cera depilatória (ainda não descobri ceras ecológicas. Alguém conhece?)
  • Cotonetes biodegradáveis
  • Sabonetes
  • Papel higiénico reciclado
  • Rolos de cozinha reciclados
  • Papel vegetal

PADARIA

  • Tostas integrais
  • Massas (folhada, quebrar)
  • Pão (forma, pita, broa)

MERCEARIA
 
  • Água  
  • Água das pedras
  • Leite de soja
  • Cápsulas máquina café
  • Café em pó
  • Azeite
  • Vinagre vinho branco (para as limpezas)
  • Vinagre balsâmico
  • Óleo amendoim
  • Especiarias (alho pó, cominhos, coentros, paprika, açafrão, caril, pimenta, gengibre, salsa, orégãos, tomilho, canela...)
  • Bicarbonato sódio (para as limpezas)
  • Enlatados/secos (Cogumelos, feijão, rebentos, espargos, grão)
  • Arroz (Agulha, Basmati, Integral, Selvagem) 
  • Massas (espirais, laços, conchas) 
  • Placas de lasanha 
  • Farinhas (s/ fermento; c/ fermento; p/ pão) 
  • Pão ralado 
  • Côco ralado
  • Fermento
  • Açúcar amarelo/mascavado
  • Cacau
  • Manteiga de soja

FRUTA E LEGUMES (estes não compro apenas mensalmente) 
(Aqui compro quase tudo, mas vou variando de cada vez que vou às compras... Alguns exemplos):
  • Saladas (alface, agrião, rúcula...)
  • Batata
  • Cebola
  • Cenoura
  • Curgete
  • Alho-francês
  • Alhos
  • Pimentos
  • Espinafres
  • Beringela
  • Cogumelos (todas as espécies, pois ADORO cogumelos!)
  • Rebentos de soja
  • Tomates
  • Tremoços
  • Frutos secos / cristalizados
  • Fruta (de tudo um pouco)

CONGELADOS:

  • Espinafres
  • Ervilhas
  • Milho
  • Cogumelos
  • Batatas -dá jeito quando não queremos ter tanto trabalho, pois é só colocar no forno
  • Douradinhos de vegetais e de espinafres - são óptimos para quando queremos uma refeição mais rápida

LOJAS DE PRODUTOS NATURAIS (costumo ir às lojas Celeiro-Dieta):

  • Produtos de higiene pessoal, como champô, desodorizante...
  • Óleo côco
  • Farinhas especiais (de grão, de soja...)
  • Mortadela vegetal
  • Queijo vegetal
  • Salsichas
  • Chouriços
  • Seitan
  • Tofu
  • Tofu fumado
  • Chocolates (vegan)
  • E sempre que quero comprar algo diferente do habitual já sei que neste tipo de lojas encontro sempre!

Se quiserem ver outra lista com uma grande variedade de produtos adequados a uma alimentação vegana aconselho esta (quem sabe se não é desta que começam a experimentar algumas coisas diferentes?). Confesso que quando vi essa lista decidi comprar algumas coisinhas novas. Afinal é sempre tão bom variar e aprender a cozinhar/experimentar coisas diferentes, não é?

Qualquer dúvida sobre onde encontrar alguma coisa ou como cozinhar, digam. Tenho todo o gosto em ajudar :)

Tralha digital

17 abril 2013


Há cerca de duas semanas voltei a fazer uma limpeza digital.

É incrível a quantidade de coisas que vamos acumulando... E quanto mais sítios tivermos onde guardar, pior! 

São os computadores (em casa e no trabalho), os discos externos, as pens, a dropbox, o google drive, o evernote, o pinterest, o kindle, o google reader, etc. A lista é interminável!

Comecei pela pen, onde resolvi apenas deixar coisas de trabalho. Tudo o resto foi para o google drive. No entanto, todos os ficheiros do trabalho foram muito bem analisados e só guardei o estritamente necessário. Afinal na maior parte das vezes, se precisarmos novamente das coisas, sabemos onde as podemos encontrar, certo? Neste caso, a pen serve apenas como backup.

Os e-mails são quase logo apagados ou arquivados. Tento ter sempre a caixa de entrada vazia e também tenho todas as contas de e-mail numa só (ter que ver sempre várias contas de e-mail dava comigo em doida!).


No trabalho, ainda não consegui adoptar o mesmo sistema, mas aos poucos chego lá. Estes dias andei a apagar o que não interessa e a organizar alguns e-mails em pastas.


Os e-books, revistas, artigos estão todos no kindle. Sempre que encontro algo que quero guardar ou quando compro um novo e-book tudo é enviado para lá (através do SendToKindle).


Às vezes ponho-me a pensar que sigo demasiadas fontes de informação. Leio coisas a mais, quero fazer tudo e mais alguma e não sou realista... Depois claro que o tempo não chega para tudo, sobretudo desde que deixei de tentar fazer tudo e mais alguma coisa! Agora vivo a minha vida de uma forma mais lenta. Só que me esqueci de mudar o outro lado: a fonte de informação! Continuo na mesma a ler tudo o que lia e a guardar tudo e mais alguma coisa! Portanto falta equilibrar o outro lado!

O que posso facilmente encontrar na net, caso volte a precisar, apaguei.

O que queria ler há anos mas que acabei por nunca ler, também apaguei.

Fiz ainda uma limpeza às minhas feeds, à lista do pocket e às newsletters. E eliminei aquilo que não é assim tão importante.

Aqueles blogs que gosto mesmo muito sigo através de feeds (assim não tenho que guardar os links nos favoritos e estar sempre a aceder para ver se há actualizações), mas aqueles em que só gosto de algumas coisas, prefiro não seguir. Cheguei à conclusão que as coisas mais interessantes acabam sempre por vir ter comigo, pois os blogs que sigo (quer através de feeds, quer através do facebook) partilham sempre bastantes links interessantes. Além disso, também não tenho que estar a par de tudo e mais alguma coisa, certo? Lembram-se do FOMO? Pois é, não quero sofrer desse medo, não. É preferível acompanharmos apenas aquilo que gostamos mesmo e que é realmente importante!


Bolo de cacau vegan e rápido

15 abril 2013


Esta receita foi adaptada de um bolo de chocolate que costumava fazer e que além de chocolate, levava ovos e leite. Também reduzi nas quantidades de açúcar e óleo e uso sempre açúcar mascavado em vez de branco.

Neste caso adicionando um pouco mais de leite vegetal substitui-se bem os ovos (que eram 4).

É o bolo mais fácil e mais rápido de fazer que conheço e adapta-se facilmente a qualquer ocasião (mais ou menos especial).


Ingredientes

  • Açúcar mascavado: 1 chávena e meia de chá
  • Farinha com fermento: 2 chávenas de chá (metade pode ser integral)
  • Óleo (de boa qualidade): um pouco mais de meia chávena de chá
  • Leite vegetal: 1 chávena e meia de chá
  • Cacau em pó: cerca de meio pacote (daqueles de 125g) - como o cacau é muito mais intenso do que o chocolate uso metade da quantidade que usava de chocolate
  • Fermento em pó: 1 colher de sobremesa
  • Manteiga vegetal e um pouco de farinha para untar a forma

Preparação
Colocar todos os ingredientes na batedeira e misturar bem. Verter a mistura numa forma untada com manteiga vegetal e polvilhada com farinha, em forno médio (170º) cerca de 45 minutos.


Fica uma delícia! Já várias pessoas experimentaram este bolo e nunca ninguém se apercebeu que era vegano.



Agora uma versão especial com cobertura de chocolate...

Para a cobertura é necessário:
  • tablete de chocolate vegano
  • meia colher de sopa de manteiga vegetal
  • 100 ml de natas vegetais (usei de aveia)
  • granulado de chocolate preto
Derreter o chocolate em banho-maria, adicionar a manteiga e ir mexendo. Quando o chocolate estiver derretido adicionar lentamente as natas e ir mexendo. Mexer mais um pouco até tudo estar bem incorporado e está pronto!

Depois basta cobrir o bolo com a cobertura (não tinha espátula por isso usei uma faca e uma colher) e polvilhar com o granulado de chocolate. 



Receita adaptada daqui.

A vida por aqui: corrida, meditação e comida nutritiva

14 abril 2013


Hoje esteve finalmente sol e calor. Eu que até gosto muito do inverno e do frio, confesso que já começo a ficar um pouco cansada dele... 

Hoje, sim, esteve e está um dia lindo! Por isso, tinha mesmo que ser aproveitado...

Saí de casa de manhã e comecei com uma corrida junto à praia. Depois, decidi descer até à praia e caminhar junto ao mar. Soube tão bem sentir a água, a brisa do mar, o sol... E já não fazia isto há tão tempo... A partir de agora, vou adicionar sempre esta parte às minhas corridas. Está decidido!



 

No caminho, encontrei a rocha perfeita para me sentar um bocadinho e meditar:




Este foi o cenário da meditação :)

Sabe tão bem viver no momento presente, sentir e ouvir tudo aquilo que nos rodeia, sem pensar em nada, só no AQUI e no AGORA.

Terminada a meditação, fiz o caminho de volta calmamente e regressei a casa.

Nada melhor do que repor as energias e petiscar algo. Outro dia tinha visto esta receita e fiquei a pensar nela... Hoje tinha que experimentar! Apenas fiz algumas alterações...

Então espremi duas tangerinas (pois não tinha laranjas) e juntei duas colheres de sopa de sementes de chia (o super alimento dos Astecas e dos Maias). Esperei cerca de 20/25 minutos, até as sementes perderem a cor e formarem uma espécie de gel (este gel é muito bom para o nosso querido intestino).
Adicionei uma maçã aos pedaços, uvas passas, flocos de aveia e um bocadinho de canela em pó. 
Sentei-me na minha varanda e saboreei este rico prato. Estava uma delícia!


 As sementes vão perdendo e libertando o gel


Uma VIDA assim, sim, sabe muito bem :)

Destralhar em casa dos pais

12 abril 2013


Os flashbacks são, como o próprio nome indica, um regresso ao passado.
Foi por volta de Novembro de 2011 que comecei a ler sobre minimalismo e que transformei literalmente a minha vida!
Na altura não tinha blog mas escrevia numa espécie de diário.
Quando criei o blog, um ano depois, recuperei alguns desses textos para te inspirar a fazer o mesmo. Espero que gostes!

Quando me mudei para a casa onde vivo actualmente trouxe muita coisa (eu diria agora muito lixo! Mas na altura pensava de forma diferente...). Ainda assim, deixei lá praticamente todos os livros e capas de arquivo da universidade, pois não tinha espaço para tanta coisa e a casa dos meus pais tem muito espaço. Também deixei todos os objectos de decoração que tinha no meu quarto, pois os planos para a nova casa não incluíam nada do que tinha no meu quarto (estilos muito diferentes portanto). Tudo isso ficou na garagem arrumado em caixotes/prateleiras.

Na minha viagem pelo minimalismo, sabia que um dia teria obviamente que fazer uma paragem por lá e que me demoraria um dia inteiro ou até mais!
Então agendei um dia para isso e saí de casa bem cedo.

Comecei pelas capas e livros do curso (parte I). Vi uma a uma e resolvi livrar-me daquilo que já está desactualizado ou que já não me será útil caso venha a trabalhar na área. Confesso que a minha vontade era deitar tudo ao lixo, mas acho que prevaleceu o bom senso, pois nunca se sabe, dadas as actuais circunstâncias em que área iremos trabalhar...

Mesmo assim precisei de ajuda para levar os sacos de lixo/tralha para o carro, tal era a quantidade de papel! Todas as capas que ainda estavam em bom estado foram separadas para levar para uma instituição.

A seguir veio a parte II: todos os livros e cadernos desde o 5.º ano de escolaridade até ao 12.º e ainda os trabalhos do infantário!

Qual é o sentido de ter trabalhos e coisas da escola de há tantos anos?! Nenhum! Resolvi apenas tirar fotos aos desenhos do infantário que gostei mais e depois foi tudo para o lixo (trabalhos, cadernos e apontamentos).
Os livros e capas (ainda em bom estado) foram também separados para levar para uma instituição.

Nesta foto podem ver tudo o que foi para o lixo e na seguinte algumas das coisas para dar:




Finalmente a parte III: os caixotes com tudo o que estava no meu quarto (na estante, na secretária e na mesinha de cabeceira).

Descobri imensas cassetes de audio e video, cadernos, livros, papéis, o meu 1.º portátil, porta-chaves, porta-moedas, cabos, um modem antigo, uma aparelhagem (com o leitor de cds avariado) e vários porta-retratos. Quanto a estes últimos, tirei as fotos (que levei para casa, digitalizei e deitei fora) e coloquei-os junto das restantes coisas para deixar na instituição. Quanto ao resto foi tudo para o lixo/reciclagem. Apenas resolvi levar o portátil para casa para decidir se o iria mandar arranjar ou não (já podem ver aqui que resolvi livrar-me dele!).
Descobri ainda uma máquina de cera depilatória muito antiga que ainda estava na minha antiga casa-de-banho que, obviamente teve o mesmo destino: reciclagem!

Só posso dizer que foi um dia muito produtivo e que me saiu um enorme peso de cima, pois há séculos que queria arrumar estas coisas!

Na cozinha com Lorraine Pascale

10 abril 2013


Adoro descobrir novos programas de culinária! Adoro aprender novos truques e dicas! E depois estou sempre a pensar em como "veganizar" as receitas.

Por mim, passava grande parte dos meus dias só a aprender estas coisas :)
Recentemente descobri a Lorraine Pascale. Não conhecia esta senhora, mas rapidamente fiquei apaixonada pela forma como cozinha, pelas dicas tão criativas que nos dá, pela forma como fala e como vive a cozinha.

Comecei por ver na sic mulher, mas depois deixou de dar no horário do costume (não sei se ainda dá...), portanto passei a acompanhar através da internet.

Pessoas assim são mesmo inspiradoras :)

Going slowly...

08 abril 2013


Não foi só criar o blog e pronto: sou calma. É necessário um esforço diário, onde me obrigo constantemente a respirar correctamente, a andar devagar e a apreciar o momento presente.
Sempre fiz tudo a correr, pois sempre tive que aproveitar o tempo ao máximo. Dormir muito também nunca foi comigo. Sempre dormi muito pouco, deitava-me tarde e acordava cedo porque lá está, o tempo tinha que ser bem aproveitado... Com o dormir já fiz as pazes há muito e agora sei que se dormir entre 7 a 8 horas fico bem, é destas horas que o meu corpo precisa para se sentir com energia.

Quanto ao resto, a história é outra... Há dias em que estou muito calma, em que respiro correctamente, em que sinto que estou realmente no momento presente, sem pressas e sem pensar em muitas coisas ao mesmo tempo... Outra vezes, faço tudo ao contrário! Ando a correr, fico stressada, faço uma respiração demasiado superficial que às vezes até me deixa com dificuldades a respirar*... Estes casos por vezes até têm uma razão óbvia, é o trabalho que tem sido muito ultimamente, são várias as coisas para fazer, é alguém que que nos transmite energias menos positivas...

Mas a maior causa de todas sou eu mesma. Eu própria, continuo a colocar uma pressão enorme em mim, seja para trabalhar mais, para fazer mais rápido (porque ainda tenho muita coisa para fazer), seja em casa porque quero despachar todas as tarefas rapidamente. Afinal já sei tudo de cor aquilo que tenho que fazer, por isso mais vale acelerar um bocadinho para depois ter tempo para outra coisa qualquer. Esqueço-me é que quando termino estou exausta, stressada, com a respiração acelerada e demoro o dobro ou o triplo do tempo a acalmar-me!

Outra das coisas que também não ajuda nada é levar as coisas demasiado a sério quando algo corre menos bem, isto mais em contexto de lazer e não propriamente no trabalho. Por exemplo, quando estamos de férias devemos relaxar, divertirmo-nos e geralmente até nem ligamos a metade das coisas que nos irritam no dia-a-dia, não é? Muitas vezes, tenho que fazer um esforço para me colocar nesse "modo férias", pois se determinado sítio que eu queria visitar afinal está fechado, fico chateada, se me perdi porque intrepretei mal o mapa (coisa que acontece tantas vezes) fico chateada... Isto até deveria ser motivo de riso, de descontracção. Afinal férias são férias e não temos pressas, certo?

Portanto, eu sei disto tudo, tenho consciência, só que depois na prática é mais difícil... A meditação ajuda muito, o yoga também (se bem que ainda sou mesmo uma principiante neste campo), mas acho que aquilo que é mais importante é estar atenta aos pequenos sinais e assim que percebo que a pressão vem a caminho, tenho que descontrair, respirar e deixar as tensões abandonarem o meu corpo. Tenho que me rir de mim própria e levar a vida na boa.
Sei que estou no bom caminho, mas também sei que tenho um longo caminho a percorrer...
Este post é basicamente para saberem (e eu também, como forma de me consciencializar) que eu falho, e muito, e que ainda não sou uma Ana totalmente "go slowly" :)

E o meu mantra (uma vez mais para não esquecer):


* Sabiam que o ser humano respira cerca de 20 mil vezes por dia? Pois é! Quer dizer que temos 20 mil oportunidades (excepto quando estamos a dormir, claro, para respirarmos calma e correctamente). Mais sobre o assunto aqui.

A vida por aqui...

06 abril 2013


1. Para o desafio 2013 em 2013




2. Panos de cozinha e guardanapos (antes/depois)




3. Pelo Porto/Gaia










4. Pelos jardins do Palácio de Cristal











5. Comidinha boa

Panquecas (receita daqui), maçã e canela

 A prepara os ingredientes para a pizza feita em casa

 Chá e chocolate vegan

 Bifinhos de seitan no tacho com pimentos e cogumelos

Lasanha de espinafres (receita daqui)

 6. Um fim-de-semana na capital...



  




  1. O desafio 2013 continua a fazer-se devagarinho...
  2. Um dia enquanto estava a fazer o jantar pensei "Estes panos não estão nada bem". Vai daí e arrumei-os de outra forma
  3. Gosto mesmo de viver aqui :)
  4. Que bom que é almoçar nos jardins do Palácio de Cristal e os animais também parecem gostar da nossa companhia...
  5. Adoro experimentar novas receitas (como o seitan que inventei e a lasanha) mas também adoro voltar a fazer as receitas do costume
  6. Um fim-de-semana diferente num sítio que gosto muito :)